Encenação da Paixão da Cristo
sexta-feira, 3 de abril de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
UM DEDO DE PROSA, OUTRO DE POESIA
Uma parceria da Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza - AMLEF com a Academia de Letras e Artes da Sociedade de Assistência aos Cegos - ALASAC.
O livro contará com a Participação Especial de cinco membros da ALASAC:
Carmem Menezes - Caderno Encantada
Fafá Queiroz - Por que tem que ser assim?
Ítalo Gutyerrez - Canção das Más Aventuranças
Lurdinha Fernandes - O Que você Vê e o Que Eu Sinto
Talita Oliveira - Amor
OFICINA DE DESENHO
ALASAC - Instituto Hélio Góes
A visita foi a convite do Daniel Brandão que ao participar da reunião ordinária da ALASAC, no dia 05 de Março, conheceu os acadêmicos e os alunos do Instituto Hélio Góes que gostam de desenhar. Leonardo, Samira, Cleomenes e Júnior mostraram seus desenhos, que muito impressionaram o grande ilustrador Daniel Brandão.
Após a visita dos representantes da ALASAC e do Instituto Hélio Góes foi estabelecida a parceria com o estúdio e em Janeiro de 2016, o Daniel ministrará voluntariamente uma oficina de desenho para os alunos e acadêmicos interessados.
A tarde cultural do último dia 20 de Março ficará estampada na mente e nos corações de todos, como o resultado da interação entre pessoas com deficiência visual da Sociedade de Assistência aos Cegos e os profissionais de diversas áreas do conhecimento que conhecem a Instituição e passam a ser parceiros em todos os processos de inclusão social das pessoas cegas e com baixa visão.
Foi mais uma ação de relevância cultural patrocinada pela ALASAC e pelo Instituto Hélio Goes.
Seja também você, um parceiro da luz e conheça todos os Projetos desenvolvidos na nossa Instituição.
terça-feira, 10 de março de 2015
Câmara realiza sessão solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher
A Câmara Municipal de Fortaleza realizou nesta segunda-feira (9), no auditório vereador Ademar Arruda, Sessão Solene em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, a proposição foi de autoria das vereadoras Lucimar Martins – Bá (PTC), Ruthmar Xavier (PR), Cláudia Gomes (PTC), Tamara Holanda (PSDC), Toinha Rocha (PSOL), Magaly Marques (PMDB), Lêda Moreira (PSL), Germana Soares (PHS) e Cristhina Brasil (PTdoB), aprovado por unanimidade pela Casa Legislativa. A sessão foi presidida pela vereadora Cláudia Gomes e a mesa composta pelas vereadoras propositoras do evento. Cada vereadora fez a entrega de condecorações as suas homenageadas.
A terceira homenageada por Lêda foi Maria Josélia Sá de Almeida, professora em curso técnico de administração, serviço público na Secretaria Administração, foi voluntária na Sociedade de Assistência aos Cegos onde assumiu a presidência, foi criadora dos cursos formação de professor na área de deficiência visual em 1996, fez 13 turmas e formou 184 professores.
http://wp.cmfor.ce.gov.br/cmfor/camara-realiza-sessao-solene-em-homenagem-ao-dia-internacional-da-mulher
VII Encontro de Mulheres que Fazem a Diferença
Na última sexta-feira (06/03) a Sociedade de Assistência aos Cegos, realizou o VII Encontro de Mulheres que Fazem a Diferença. Evento este que homenageia mulheres que se destacam não só como profissionais, mas acima de tudo, por seus atos solidários. Acima as três homenageadas segurando o troféu: Carmem Menezes, Tiane Nogueira e Heloisa Stangier.
O Evento foi apresentado pelo ex-aluno e mestre de cerimonia Lucas Lima que deu inicio ao evento convidando a presidente Josélia Almeida para uso da palavra. A Sra. Josélia Almeida emocionou as homenageadas e a todos os presentes com seu discurso que dizia:
Boa tarde a todos,
A Sociedade de
Assistência aos Cegos
mantendo a tradição
de homenagear três grandes mulheres na
semana em que
celebramos o dia internacional da mulher, vem com muita
alegria de todos que a compõem,
tornar público através desta
celebração, que mais uma vez destacaremos a força, a sensibilidade e
a energia de
três mulheres que
fazem a diferença e que conseguem
superar todos os obstáculos com o trabalho,
a responsabilidade social e a boa vontade de servir sempre
em todos os lugares por onde passam:
Carmem Menezes
Heloisa Stangier
Tiane Nogueira
Carmem Menezes
Chegou aqui no seu tapete mágico, nos
encantou com a
sua atenciosa contribuição com
tudo que construísse pontes
entre a Sociedade
de Assistência aos Cegos e o mundo lá fora, trazendo
de volta as nossas crianças que andavam escondidas,
para que elas
viajassem com as histórias contadas por ela e pelo Nasrudin.
Sua presença entre nós fez com que muitos olhos se voltassem para as nossas
causas e muitos corações fossem
sensibilizados com a
delicada maneira, com a qual a Carmen divulga a SAC pelas redes sociais,
mentais e cósmicas.
Mesmo com suas dificuldades, nunca deixou de sorri e nos fazer acreditar
sempre em um final feliz, ajudando-nos com a psicologia da felicidade.
Heloisa Stangier
Educadora física, educada espiritualmente também, sempre utilizou
seus músculos para tonificar a musculatura cidadã daqueles, que
muitas vezes, por falta de boas políticas
públicas de inclusão ou de
responsabilidade social de alguns governantes , acabam ficando inertes
diante dos grandes obstáculos que
aparecem no caminho.
Nós que fazemos a Sociedade de Assistência aos cegos, queremos com esta homenagem, agradecer
à Heloisa, por
todas as águas,
pistas, aparelhagens, eventos e demais elementos que ela tornou
acessível aos nossos alunos, para
que a luz, o som e a força motriz encontrasse
novos campeões no universo das pessoas com deficiência.
Tiane Nogueira
Com ou sem quimono tem aplicado
golpes na consciência social de muitos que andam com uma faixa
preta nos olhos,
impedindo de enxergar
a solidariedade e a ação efetiva de inclusão de pessoas
com deficiência visual e motora.
Ela traz sempre consigo , o tatame da
boa vontade, estendendo-o toda vez que ouve alguém dizer: AiKIDÔ; Ou seria:
AI QUE
DOR? Seja como
for, Tiane é uma excelente atleta
do voluntariado, que
vem ensinando aos nossos alunos a vencerem as limitações
impostas pela deficiência visual .
Realmente, vocês três são mulheres
que fazem a diferença.
Parabéns!
Após o discurso as homenageadas foram entrevistas pelo professor da entidade e presidente da Academia de Letras e Artes da Sociedade de Assistência aos Cegos - ALASAC. Durante o evento foram realizadas duas apresentações foram elas: Balé sobre rodas com Ana Raquel Vieira Freire bailarina do grupo elos da vida e uma apresentação do grupo de dança da própria entidade e uma demonstração de Judô por dois de nossos alunos que são preparados e treinados por Tiane Nogueira uma das homenageadas. Além das apresentações foi lida pelo professor do Instituto Hélio Góes George Vieira
a uma mensagem sob o titulo "Mulherão".
Mulherão
Mensagem
Peça para um homem descrever um mulherão.
“Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios,
na medida da cintura, no volume dos lábios,
nas pernas, bumbum e cor dos olhos.
Ou vai dizer que tem de ser loira, 1,80m,
siliconada, sorriso colgate.
Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas:
Veras, Giseles, Malus, Adrianes, Lumas e Brunas.
Agora pergunte para uma mulher o que ela considera
um mulherão e você vai descobrir que tem uma em cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir para o trabalho
e mais dois para voltar, e quando chega em casa,
encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.
Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir
matrícula na escola, e aquela aposentada que passa horas
em pé na fila do banco para buscar uma pensão de 100 reais mensais.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários
de segunda à sexta, e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é aquela que sai do trabalho e vai para a faculdade
estudar até às 24 horas para ter uma vida mais digna.
Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas,
depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquila,
que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça,
ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.
Mulherão é quem leva os filhos para escola,
busca os filhos na escola,
leva os filhos para natação, balé, leva os filhos para cama,
conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme
enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,
é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva,
é quem opera pacientes, é quem lava roupa para fora,
é quem bota a mesa, cozinha o feijão e
à tarde trabalha atrás de um balcão.
Mulherão é quem cria os filhos sozinha,
quem dá expediente de 8 horas e
enfrenta menopausa, TPM e menstruação.
Mulherão é quem arruma os armários, coloca as flores nos vasos,
fecha a cortina para o sol não desbotar o sofá
e mantém a geladeira cheia.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está,
o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia.
Marias, Patrícias, Anas, Luanas, Sheilas,Vitórias:
mulheres nota 10 no quesito lindas de morrer,
mas mulherão é quem mata um leão por dia para sobreviver.”
Feliz Dia das Mulheres!
“Ele imediatamente vai falar no tamanho dos seios,
na medida da cintura, no volume dos lábios,
nas pernas, bumbum e cor dos olhos.
Ou vai dizer que tem de ser loira, 1,80m,
siliconada, sorriso colgate.
Mulherões, dentro deste conceito, não existem muitas:
Veras, Giseles, Malus, Adrianes, Lumas e Brunas.
Agora pergunte para uma mulher o que ela considera
um mulherão e você vai descobrir que tem uma em cada esquina.
Mulherão é aquela que pega dois ônibus para ir para o trabalho
e mais dois para voltar, e quando chega em casa,
encontra um tanque lotado de roupa e uma família morta de fome.
Mulherão é aquela que vai de madrugada para a fila garantir
matrícula na escola, e aquela aposentada que passa horas
em pé na fila do banco para buscar uma pensão de 100 reais mensais.
Mulherão é a empresária que administra dezenas de funcionários
de segunda à sexta, e uma família todos os dias da semana.
Mulherão é aquela que sai do trabalho e vai para a faculdade
estudar até às 24 horas para ter uma vida mais digna.
Mulherão é quem volta do supermercado segurando várias sacolas,
depois de ter pesquisado preços e feito malabarismo com o orçamento.
Mulherão é aquela que se depila, que passa cremes, que se maquila,
que faz dieta, que malha, que usa salto alto, meia-calça,
ajeita o cabelo e se perfuma, mesmo sem nenhum convite para ser capa de revista.
Mulherão é quem leva os filhos para escola,
busca os filhos na escola,
leva os filhos para natação, balé, leva os filhos para cama,
conta histórias, dá um beijo e apaga a luz.
Mulherão é aquela mãe de adolescente que não dorme
enquanto ele não chega, e que de manhã bem cedo já está de pé, esquentando o leite.
Mulherão é quem leciona em troca de um salário mínimo,
é quem faz serviços voluntários, é quem colhe uva,
é quem opera pacientes, é quem lava roupa para fora,
é quem bota a mesa, cozinha o feijão e
à tarde trabalha atrás de um balcão.
Mulherão é quem cria os filhos sozinha,
quem dá expediente de 8 horas e
enfrenta menopausa, TPM e menstruação.
Mulherão é quem arruma os armários, coloca as flores nos vasos,
fecha a cortina para o sol não desbotar o sofá
e mantém a geladeira cheia.
Mulherão é quem sabe onde cada coisa está,
o que cada filho sente e qual o melhor remédio para azia.
Marias, Patrícias, Anas, Luanas, Sheilas,Vitórias:
mulheres nota 10 no quesito lindas de morrer,
mas mulherão é quem mata um leão por dia para sobreviver.”
Feliz Dia das Mulheres!
O evento foi finalizado com a entrega das placas ás homenageadas feita pela presidente da entidade Josélia Almeida.
quinta-feira, 5 de março de 2015
Mulher
Descrição do texto: Símbolo de amor, perseverança e desprendimento.
Guerreira, amiga, emotiva, carinhosa, dedicada...
Poderia escrever aqui milhares de adjetivos...
Mas eles todos se traduzem em uma só palavra:
Mulher
Parabéns pelo seu dia, você é muito especial.
Homenagem da Sociedade de Assistência aos Cegos
quarta-feira, 4 de março de 2015
MULHER CEGA
Paulo Roberto Cândido
Não vê as cenas da maldade,
não enxerga o rosto da falsidade,
não percebe quando sorri a felicidade.
Nunca verá a cor da mentira,
nem o rosto vermelho da ira,
muito menos pra onde aponta a mira.
A mulher cega quer ser vista
por aquele político da entrevista
ou pela notícia que não saiu na revista.
Ela não vê cara, vê coração
e enxerga com a emoção,
os cenários da verdadeira inclusão.
A mulher cega quer respeito,
quer punição pro malfeito
e acessibilidade pedir ao prefeito.
Namora como qualquer mulher,
sabe utilizar bem o talher
e guiar o vidente que vier.
A cegueira dela é uma luz,
para a discriminação que produz
uma sociedade que está cheia de pus.
A mulher cega não quer esmolas
quer homem visionário que lhe dê molas
e livros acessíveis pra colocar nas sacolas.
ela, com ou sem bengala,
sonhos de caminhar embala,
pela estrada por onde rala...
Paulo Roberto Cândido
Não vê as cenas da maldade,
não enxerga o rosto da falsidade,
não percebe quando sorri a felicidade.
Nunca verá a cor da mentira,
nem o rosto vermelho da ira,
muito menos pra onde aponta a mira.
A mulher cega quer ser vista
por aquele político da entrevista
ou pela notícia que não saiu na revista.
Ela não vê cara, vê coração
e enxerga com a emoção,
os cenários da verdadeira inclusão.
A mulher cega quer respeito,
quer punição pro malfeito
e acessibilidade pedir ao prefeito.
Namora como qualquer mulher,
sabe utilizar bem o talher
e guiar o vidente que vier.
A cegueira dela é uma luz,
para a discriminação que produz
uma sociedade que está cheia de pus.
A mulher cega não quer esmolas
quer homem visionário que lhe dê molas
e livros acessíveis pra colocar nas sacolas.
ela, com ou sem bengala,
sonhos de caminhar embala,
pela estrada por onde rala...
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